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Empresa de criptomoedas recebeu R$1,7 milhão de moradores da Favela do Lixo, em Cabo Frio

Segundo g1, PF suspeita que dinheiro seja do tráfico; dois homens fizeram depósitos de R$ 900 mil e R$ 800 mil na conta da G.A.S. Consultoria

A Polícia Federal descobriu que dois moradores da comunidade do Lixo, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, realizaram em, momentos distintos, depósitos em dinheiro na conta bancária da G.A.S. Consultoria e Tecnologia que totalizaram R$1,7 milhão.

Os dois depósitos aconteceram em 30 de junho passado. O g1 apurou que a polícia busca saber quem financiou essa operação. Há suspeita de que o dinheiro seja de traficantes de drogas da região.

Um deles no valor de R$ 900 mil. Outro de R$ 800 mil. Ambos são moradores da comunidade. Os dois homens não possuem emprego ou qualquer ocupação que justifique o depósito dessa quantia em dinheiro.

O pai de um deles está preso desde 2013 por homicídio e responde a outro processo por tráfico de drogas. A polícia investiga quem financiou esse investimento.

A G.A.S. tem como sócio principal, Glaidson Acácio dos Santos que está preso desde 25 de agosto. Na quinta-feira (23), a PF indiciou Glaidson e mais 21 pessoas por fraude no sistema financeiro nacional e organização criminosa.

Em 30 de junho, quase dois meses antes da operação que prendeu Glaidson, dois depósitos, em dinheiro foram feitos na conta da G.A.S., em Cabo Frio.

Suspeita de ‘lavar’ dinheiro da milícia

A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar se milicianos investiram na G.A.S. para lavar dinheiro da quadrilha.

Chamou a atenção da PF, a operação na semana passada da Polícia Civil do RJ que encontrou contratos da G.A.S. na casa de um empresário, apontado como operador financeiro de milicianos que atuam nas comunidades de Rio das Pedras e da Muzema, na Zona Oeste do Rio.

Os investimentos dos milicianos na G.A.S. chegaram a R$ 2 milhões, segundo a PF.

Os investigadores consideram que a atividade que a empresa desempenha se torna “um forte atrativo para a lavagem de capitais de seus investidores” já que “não se responsabiliza pela origem do dinheiro aplicado”, segundo apurou o g1.

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