Prefeitura de Araruama retira necessidade de ‘termo de responsabilidade’ para vacinar crianças

Prefeitura alegou que documento, que gerou polêmica entre os pais, servia para “melhor controle da vacinação” das crianças de 5 a 11 anos

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A Prefeitura de Araruama emitiu uma nota informando que, a partir dessa quinta-feira (27), todas as crianças de 5 a 11 anos estão sendo vacinadas contra a COVID-19 sem a necessidade dos pais ou responsáveis assinarem qualquer papel.

Na terça-feira (25), uma matéria veiculada no RJ2, da Inter TV, colocou o depoimento de uma mãe que afirmou que a Prefeitura estava exigindo que pais e responsáveis assinassem termo de responsabilidade para garantir o direito à vacinação de suas crianças.

O assunto gerou polêmica ao longo dessa semana e rendeu comparações de Lívia ao Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que defendia que crianças só fossem vacinadas com prescrição médica.

Em nota sobre o assunto, a Prefeitura de Araruama esclareceu que “nunca exigiu o termo de autorização dos pais”.

O município explicou que apenas orientou a assinar o termo em casos que a criança não estivesse acompanhada do pai ou da mãe, mas de outra pessoa, dando o consentimento para que a secretaria de Saúde tenha “um maior controle em relação à vacinação das crianças”.

O sentido, segundo a Prefeitura, era para que, futuramente, caso o pai ou a mãe venha a questionar a secretaria de Saúde de ter dado a vacina sem a presença deles.

“É um zelo a mais com a integridade das crianças, que são menores de idade”, justificou a Prefeitura por meio de nota.

Apesar do termo ter sido, de fato, oferecido, a Prefeitura informou que “caso os pais ou responsáveis não quisessem assinar o termo, não tem problema. A criança seria vacinada normalmente”.

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