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MARICÁ/ Primeiro Passeio Ciclístico em Itaipuaçu é marcado pela luta contra o feminicídio

Evento teve ato simbólico, apoio e serviços gratuitos destinados às mulheres nesta terça (7)

O Primeiro Passeio Ciclístico em Itaipuaçu foi realizado nesta terça-feira (7), em Maricá. O evento marcou a luta contra o feminicídio através de palestras, e, além disso, quem compareceu à Praça dos Gaviões, também encontrou aula de zumba; apoio jurídico e serviços de saúde às mulheres; e degustação de produtos da fazenda municipal.

Roberto Moreira, coordenador da Secretaria de Gestão e Metas Sociais, que organizou o evento em parceria com a Associação dos Barraqueiros de Itaipuaçu (ABEI), disse que o objetivo foi cumprido: 

“Nossa meta era mobilizar a população contra o feminicídio, um problema que cresce assustadoramente em nosso país e contra o qual devemos dar um basta. Precisamos criar uma cultura desde já para que os adolescentes que um dia serão adultos vivam em um mundo diferenciado”, afirmou. 

Crime evitável 

A coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Secretaria de Participação Popular, Direitos Humanos e Mulher, Luciana Piredda, ressaltou a importância de levar informação ao universo feminino: 

“Falar sobre feminicídio é importante porque esse crime é evitável. O papel fundamental deste evento é levar informação às mulheres e conscientizar sobre a incidência de violência doméstica, até porque muitas das mulheres que sofrem nem têm noção que estão passando por esse problema e como ele pode avançar”, declarou.  

Luz contra o ciclo de violência 

A vice-presidente da OAB de Maricá e presidente do Instituto Pela Ordem Primeiro Elas, Luciene Mourão, disse que o evento é um resgate daquela mulher que tanto sofreu abusos antes e durante a pandemia.   

“Apesar de ser um ato simbólico com um passeio ciclístico, o evento traz luz às questões relacionadas à mulher. Nós precisamos e devemos romper com este ciclo de violência que começa de maneira verbal e logo vai para a física. Precisamos nos unir, conscientizar, mobilizar e acabar com isso”, afirmou.  

A moradora de Itaipuaçu Arlene Oliveira, de 53 anos, contou como foi participar do evento. “Estou muito feliz porque este é um espaço de acolhimento que nós, mulheres, precisamos, como eu, que estou em um novo momento de vida após uma separação. Torço para as próximas edições”, comentou. 

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