Manifestantes tentam invadir casa do prefeito de Arraial do Cabo após fiscalização na Praia Grande

Marcelo Magno registrou um boletim de ocorrência; caso aconteceu após uma fiscalização de combate à aluguel de mesas e cadeiras na Praia Grande

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A casa do prefeito de Arraial do Cabo, Marcelo Magno, foi alvo da ação de manifestantes na manhã deste sábado (23), no bairro Praia Grande. De acordo com informações, cerca de seis pessoas foram até a residência, na Rua Antônio Souza Teixeira, após uma fiscalização realizada por agentes da Postura do município, realizada na praia do bairro, visando combater o aluguel de mesas e cadeiras.

Conforme o boletim de ocorrência registrado por Magno, por volta das 7h, ele ouviu um alto som vindo do portão e foi verificar do que se tratava. O prefeito disse que os manifestantes tentavam invadir a residência, “batendo no portão com muita força, com o intuito de derrubar”.

Ainda segundo o registro, a Polícia Militar foi acionada e esteve no local para ajudar a controlar a situação.

Uma reunião para tratar o caso será marcada na Secretaria de Postura, “local apropriado para se tratar do tema”, finaliza o documento.

A ocorrência foi registrada na 132ª Delegacia de Polícia (132ª DP) como tentativa de violação de domicílio e ninguém foi preso.

1 COMENTÁRIO

  1. NO VÍDEO MOSTRA CLARAMENTE QUE A DISCUSSÃO OCORREU FORA DAS DEPENDÊNCIA FAMILIAR, OU SEJA, NUMA SERVIDÃO PÚBLICA, DERRUBANDO A DESCULPA DO “GRANDE GESTOR” DE INVASÃO.

    SE EU SOU O CIDADÃO CABISTA QUE SOFREU INTIMAÇÃO POR ARMA DE FOGO E AGORA QUEREM REVERTER A “M” COMETIDA.

    ENQUADRO O “GRANDE GESTOR” NOS ARTIGOS 138 e 342 DO CÓDIGO PENAL.

    Art. 138. Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga

    O crime de Falso testemunho ou falsa perícia está previsto no artigo 342 do Código Penal Brasileiro. As únicas pessoas passíveis da prática do delito são: testemunha, perito, contador, tradutor ou intérprete, pois são essenciais para informarem ao Judiciário e a polícia sobre os dados do crime.

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