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Governador e prefeito de Maricá prestigiam empreendimento que deve gerar 36 mil empregos

Além de Cláudio Castro (PL) e Fabiano Horta (PT), presidente da Alerj, André Ceciliano (PT), esteve em evento no complexo turístico Maraey, que deve ter as obras iniciadas até o fim do ano

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), o prefeito de Maricá, Fabiano Horta (PT), e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), André Ceciliano (PT), participaram, nesta quinta-feira (28) da cerimônia que marcou formalmente o início do empreendimento turístico Maraey, na Restinga maricaense.

Previsto para ser um dos mais modernos e sustentáveis do país, o complexo deve gerar 36 mil empregos quando a pleno funcionamento.

A expectativa é de aquecimento da economia do município e do Estado do Rio de Janeiro. O secretário-executivo do Ministério do Turismo, Daniel Nepomuceno, e mais autoridades também estiveram presentes.

Fabiano disse que o local escolhido faz parte da história do município.

“Hoje, plantamos uma árvore que reverencia a nossa cidade. E quero aproveitar para reafirmar o compromisso de Maricá para o diálogo positivo entre público e privado”, disse Horta.

O CEO do Maraey, Emilio Izquierdo Merlo, destacou sua satisfação pelo projeto tornar-se realidade.

“Este é um dia fundamental. O nosso projeto está saindo do papel para se tornar o melhor e mais importante destino turístico-residencial sustentável do Brasil”, afirmou.

Foto: Evelen Gouvea/Prefeitura de Maricá
Foto: Evelen Gouvea/Prefeitura de Maricá

Título de propriedade para as 200 famílias da comunidade de Zacarias

As cerca de 200 famílias que vivem na comunidade de Zacarias, dentro da área do empreendimento, serão beneficiadas pela regularização fundiária, com cessão de título de propriedade e entrega de escritura definitiva aos moradores.

Maraey também incentivará a cultura e a pesca locais com programas de recuperação da lagoa de Maricá, repovoamento de espécies nativas e resgate e divulgação da memória familiar de Zacarias, com a criação da Casa do Pescador Artesanal.

“As questões ambiental, social e cultural da região são valores fundamentais do projeto. Tornaremos realidade o sonho de uma comunidade de pescadores, que ocupa o local há mais de 200 anos. Sem a restinga, sem a floresta, sem a comunidade e sem a sua cultura de pesca artesanal, Maraey perderia sua essência”, disse a diretora de Sustentabilidade do empreendimento, Luciana Andrade Vianna.

Simbologia da árvore plantada por Maraey

Para simbolizar o pontapé do empreendimento, foi plantada no terreno uma árvore da espécie Clusia fluminensis, também conhecida como Abaneiro.

Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) será preservada

O empreendimento terá apenas 6,6% de ocupação predial (metade do permitido pelo Plano de Manejo – do ponto de vista ambiental) e vai preservar e aprimorar a Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá, por meio da criação da segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de Restinga do Estado do Rio, e quinta do Brasil.

O diretor-executivo do projeto, David Galipienzo, disse que a RPPN estabelecerá uma área de 440 hectares a ser protegida integralmente e de modo perpétuo, como se fosse um parque nacional.

Centro de pesquisas

Dentro do projeto da Maraey, está previsto ainda um centro de pesquisas ambientais com o apoio das mais renomadas universidades do Brasil, como UFRJ, UFF, UFRRJ, UFES e FURG. O centro vai implementar um programa de monitoramento, assim como diversos estudos científicos, para entender melhor a ecologia das espécies endêmicas e ameaçadas dos ecossistemas locais.

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