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MARICÁ/Adolescentes com comorbidades e maiores de 33 anos recebem a vacina contra a Covid-19

Além disso, os jovens com deficiências permanentes também receberam o imunizante

Prosseguindo com a imunização contra a Covid-19 em Maricá, o município vacinou, nesta segunda-feira (2), adolescentes com comorbidades e deficiências permanentes entre 12 e 17 anos, além das pessoas maiores de 33 anos em primeira dose. A aplicação do imunizante desses grupos ocorre após o recebimento de 5.750 doses no sábado (31); já a inclusão dos jovens no cronograma da cidade segue a orientação do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Os responsáveis que acompanhavam os adolescentes no polo de vacinação da Escola Municipal Rynalda Rodrigues da Silva (Flamengo) se mostraram satisfeitos com a iniciativa. Para Cleyde Vieira, de 49 anos, que levou a filha Ana Rosemary Vieira, de 14 anos e deficiente auditiva, a primeira dose dá mais alívio no retorno da filha às aulas presenciais.

“Ver a minha filha sendo vacinada me traz um pouco de paz. Ela retorna às aulas presenciais hoje e, com a exposição no ônibus e mesmo no contato com as outras crianças, a vacinação tem um papel essencial, principalmente à pessoa com deficiência, que necessita de sociabilidade e precisa de evitar a doença por conta dos tratamentos feitos que a deixa mais fragilizada”, afirmou.

Já a professora Diana Ribeiro, moradora do Parque Nanci, de 42 anos, mostrou tranquilidade ao ver os filhos Luiz Gustavo e Pedro Augusto, ambos de 17 anos, serem imunizados.

“Fico muito feliz por eles poderem se vacinar e eu, como professora, acho que isso ajuda na volta às aulas presenciais daqueles jovens que possuem comorbidade. Além disso, minha mãe mora conosco e possui um problema renal crônico, fazendo hemodiálise atualmente, e com todos lá de casa vacinados, fico mais confortável para a nossa convivência com ela”, completou.

Na Unidade de Saúde da Família (USF) Central, maiores dee do imunizante. Uma delas foi a dona de casa Luana Graciele da Silva, de 38 anos

“Estou muito feliz por estar ser vacinada. Com isso, poderei andar nas ruas e fazer as minhas atividades com menos receio, é uma sensação de alívio mesmo”, disse.

A professora Beatriz Mendonça, de 33 anos, agradeceu.  “Achei uma iniciativa muito boa vacinar a população da minha faixa etária em tempo hábil. Me sinto mais segura agora que tomei a primeira dose, pois antes eu não estava saindo para quase nada, mantendo o isolamento social por causa dos meus pais e avós que vivem comigo”, concluiu.

A vacinação aos jovens entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiências permanentes prossegue até a sexta-feira (06), das 09h às 16h, na Escola Especial Municipal Rynalda Rodrigues da Silva (Rua Uirapurus, Flamengo) e na Escola Municipal Marquês de Maricá (Rua Douglas Marques Rienti – antiga Rua 83, Jardim Atlântico Leste, Itaipuaçu). Para receber a dose, é necessário levar laudo, declaração, atestado ou perícia médica que comprove a comorbidade; resultado de exame que comprove a condição; receita ou prescrição de medicamentos para tratamento, datada no ano de 2021 ou duas de outros anos; evidência física da comorbidade; além de documento de identificação com foto, CPF e cartão do SUS (se tiver).

Já para a população em geral, o cronograma chega às pessoas de 32 anos ou mais na terça-feira (03) e àqueles com 31 anos ou mais na quarta-feira (04), nos seguintes polos: Unidade de Saúde da Família (USF) Central; USF Marinelândia; USF Chácara de Inoã; USF Jardim Atlântico; Unidade Volante de Vacinação (UVV) Aeroporto de Maricá; UVV Centro Administrativo da Prefeitura em Itaipuaçu. É preciso levar documento de identificação com foto; CPF ou cartão do SUS; assim como um comprovante de residência do município de Maricá.

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