InícioRegião dos LagosCabo FrioRenata Souza leva demandas de Cabo Frio ao Ministério da Saúde

Renata Souza leva demandas de Cabo Frio ao Ministério da Saúde

Uma das recordistas de votos na corrida para a Alerj no ano passado esteve na capital federal e se encontrou ainda com os ministros Anielle Franco, da Igualdade Racial, e Sílvio Almeida, dos Direitos Humanos

Mulher mais votada entre as candidatas a deputada estadual em Cabo Frio nas eleições de 2022, Renata Souza (PSOL) levou demandas da cidade nesta semana ao Ministério da Saúde, em Brasília.

Durante o encontro com a ministra da pasta, Nísia Trindade, Renata apresentou as recomendações do relatório final da CPI da Violência Obstétrica que a parlamentar presidiu em Cabo Frio.

Segundo a equipe de Renata, a ministra se sensibilizou com a situação narrada sobre os bebês que vieram a óbito no Hospital da Mulher, em 2019, e se comprometeu em estudar possibilidades de ações para a superação da violência obstétrica nas maternidades de todo o país.

A deputada afirmou à coluna que aproveitou o momento em que os novos gestores do Governo Federal estão recebendo demandas para apresentar as questões.

A deputada fluminense passou os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro (PL) sem ir a Brasília. Após a posse do presidente Lula (PT), Renata esteve na capital entre segunda (9) e terça-feira (10).

A parlamentar se emocionou ao encontrar a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. O adiamento da posse de Anielle no ministério devido aos atos antidemocráticos de domingo (8) impediu que Renata participasse da solenidade, mas ela não deixou de dar um abraço na amiga de longa data fora da agenda.

Renata era amiga íntima de Marielle Franco, irmã de Anielle, e ocupava a chefia de Gabinete da vereadora na época de seu brutal assassinato.

Na capital federal, Renata ainda teve agenda com o ministro de Direitos Humanos, Silvio Almeida. A parlamentar tratou de assuntos importantes para sua plataforma e para o Estado do Rio, como um todo.

Por exemplo, as operações da Polícia Militar vistas nas comunidades e favelas fluminenses, cujos jovens negros têm sido mortos em maior número.

A deputada, inclusive, apresentou um relatório ao ministro com dados sobre a questão dessas ‘chacinas” contra a juventude preta, em especial, na capital e Região Metropolitana.

- Advertisement -
VEJA TAMBÉM
- Advertisement -
- Advertisement -spot_img
- Advertisement -spot_img

Mais Lidas

- Advertisement -spot_img
- Advertisement -spot_img
- Advertisement -spot_img
Pular para o conteúdo