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O mundo dos esportes retratado no penúltimo dia da Mostra de Cinema de Maricá

Às 16h tem o documentário "Geraldinos", às 19h o filme "Copa Vidigal" e, às 21h, é a vez do filme "Heróis"

A exibição dos filmes da I Mostra Online de Cinema de Maricá está quase chegando ao fim. Nesta terça-feira (29), penúltimo dia do evento, três sessões são transmitidas simultaneamente pelas redes sociais da Prefeitura de Maricá e da Secretaria de Cultura no Facebook e no Youtube. Às 16h tem o documentário “Geraldinos”, às 19h o filme “Copa Vidigal”  e, às 21h, é a vez do filme “Heróis”.

Construído em 1950 para a primeira Copa no Brasil, o Maracanã foi, por 60 anos, o espaço mítico do futebol-arte. Nesse território, a Geral era o lugar destinado ao povão. Não havia como jogadores e técnicos deixarem de ouvir as críticas e até xingamentos dos torcedores apaixonados. O documentário “Geraldinos” de 2015, dirigido por Pedro Asbeg e Renato Martins, é dedicado à memória destes torcedores. O filme analisa as mudanças na reforma do estádio, em 2010, que decretaram não só o fim da concepção de um espaço para todos, mas a instalação de um modelo mais elitista de espetáculo e de cidade.

Copa Vidigal, lançado em 2010, é um filme de Luciano Vidigal. Em 1997, a guerra entre os traficantes do Vidigal e da Rocinha tornaram difícil a vida dos moradores. Tiroteios acabaram com toda e qualquer diversão daquela comunidade. Foi então que o professor de futebol e líder comunitário Cypa resolveu organizar a Copa Vidigal, um campeonato com times de vários morros e comunidades diferentes, com o objetivo de trazer de volta a diversão daquela região e tentar mostrar que o futebol poderia superar todas essas diferenças.

“Heróis”, documentário do cineasta Cavi Borges, evidencia o que torna comuns as três histórias retratadas. A da judoca Rafaela Silva, primeira atleta da delegação brasileira a ganhar uma medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio em 2016, levando toda a nação às lágrimas. Popople Misenga, o congolês convidado a participar da delegação composta de refugiados e Rogério Sampaio que saiu de Barcelona com o ouro olímpico, nos anos 90, após superar um drama familiar. A partir de uma abordagem com foco no heroísmo, a carreira desses desportistas é transformada em filme.

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