Família mineira procura respostas sobre morte de jovem em Arraial do Cabo

Thaís Ribeiro, de 24 anos, saiu em viagem para a Região dos Lagos e foi encontrada sem vida há 15 dias; familiares não tem notícias sobre as investigações

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A família de Thaís Ribeiro segue procurando respostas sobre a morte da jovem, que saiu em viagem para Arraial do Cabo e só retornou para a cidade natal para ser enterrada. Thaís, que é natural de Entre Rios de Minas, na região do Alto Paraopeba, estava com um grupo de amigas. Ela foi encontrada boiando no mar, no dia 19 de julho, na Praia dos Anjos.

A jovem de 24 anos, que deixou um filho de 3 anos, foi enterrada em Minas. Desde então, familiares não tem notícias sobre as investigações, segundo Ingred Ribeiro, irmã de Thaís. A família foi informada, no dia em que Thaís faleceu, que a causa da morte foi afogamento. Mas, segundo Ingred, “muita coisa não bate”.

“Eles não têm como afirmar isso [que a causa foi afogamento]. A Thaís tinha medo de entrar até na piscina, no mar ela não entrava. Não tem sentido ela ter saído à noite e sofrer afogamento”, afirmou a irmã da jovem. A mineira teria chegado em Arraial do Cabo no dia 18 de julho, com um grupo de cerca de cinco pessoas.

Uma das pessoas que estava com Thaís mandou uma mensagem à família relatando o que aconteceu. Segundo ela, o grupo foi dormir por volta das 21h30 do dia 18 e, ao acordar, por volta das 10h do dia seguinte, notaram que Thaís havia desaparecido. Nesse momento, o corpo já havia sido encontrado por operários que trabalhavam perto da praia.

O grupo de amigas que estava com Thaís não conversou mais com a família, disse Ingred, e não responde às mensagens. 

“Não eram pessoas com quem ela convivia. Eram umas cinco pessoas, uma de Conselheiro Lafaiete e outras de Belo Horizonte. Elas não vieram no velório, não ajudaram no translado do corpo para Minas. Não sabemos direito quem estava lá, nem o que foi que ocorreu. Estamos no escuro”, disse Ingred.

A família aguarda o laudo pericial para entender a morte de Thaís. A Polícia Civil do Rio de Janeiro foi questionada sobre o caso, e respondeu que “de acordo com a 132ª DP (Arraial do Cabo), as investigações continuam para esclarecer os fatos”.

*Com informações do Estado de Minas.

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