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Anvisa conclui que não houve falha técnica no envase da Coronavac distribuída em Araruama e Macaé

Municípios relataram ao Ministério da Saúde, em abril, que frascos não estavam rendendo quantidade equivalente a dez doses

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, nesta segunda-feira (17), que não houve erro durante a produção da vacina CoronaVac pelo Instituto Butantan que foram distribuídas em Araruama e Macaé.

A Agência investigou possíveis remessas que teriam sido distribuídas com menos doses aos municípios. No entanto, a divergência na quantidade se deu por erros na extração das doses durante a aplicação.

Em abril, as cidades relataram ao Ministério da Saúde que alguns frascos da CoronaVac não estavam rendendo a quantidade esperada, de dez doses, para a imunização.

Em Araruama, a prefeitura informou, na época, que foram perdidas cerca de 281 doses do imunizante.

A Anvisa chegou a divulgar uma nota sobre o ocorrido e alegou que o erro está no momento da extração. No documento é informado que o uso de seringas de 3 ml não é o recomendado para as doses de 0,5 ml, sendo correto o uso de seringas de 1 ml.

Foram realizados testes técnicos com diferentes seringas, além da inspeção no envase da CoronaVac, no Instituto Butantan. Segundo a Agência, cada frasco contem a quantidade equivalente a 10 doses (5,5 ml e 5,9 ml), já contando com margem de segurança.

*Com informações dO Dia.

Letycia Rocha
Graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Universidade Veiga de Almeida. Atuou como produtora/repórter na Lagos TV e Coordenadora de Programação na InterTV - Afiliada da Rede Globo. Colabora no jornal O Dia e Blog Cutback.
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