O ex-prefeito de Araruama Francisco Carlos Fernandes Ribeiro, conhecido como Chiquinho da Educação, prestou depoimento na 118ª Delegacia de Polícia (118ª DP), nesta terça-feira (7), após ser intimado a comparecer à unidade policial.
Segundo informações obtidas pelo Portal RC24h, o procedimento está relacionado a denúncias envolvendo vídeos e publicações feitas pelo ex-prefeito nas redes sociais. Nas postagens, Chiquinho faz críticas e acusações contra a atual administração municipal, secretários e adversários políticos.
Pessoas citadas nas declarações recorreram às autoridades e alegam ter sido alvo de conteúdos que podem configurar crimes contra a honra, como calúnia, injúria e difamação. Os casos seguem sob apuração, e eventual responsabilização depende do andamento das investigações e das decisões das autoridades competentes.
Chiquinho da Educação também responde e já respondeu a outros procedimentos judiciais e administrativos. Entre os casos envolvendo o ex-prefeito estão decisões relacionadas a improbidade administrativa e questionamentos sobre sua atuação durante a gestão de sua esposa. À época, uma decisão judicial restringiu sua presença em repartições públicas no contexto de uma ação que discutia a alegação de que ele atuaria na administração municipal sem ocupar o cargo de prefeito.
Em outro processo, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) determinou o ressarcimento de valores aos cofres públicos em razão de irregularidades apontadas em contratos de gestões anteriores. O montante citado no processo supera R$ 1 milhão.
O ex-prefeito também afirmou, durante transmissões nas redes sociais, ter recebido uma notificação da Polícia Federal em sua residência. As circunstâncias e o objeto desse procedimento devem ser tratados conforme os documentos oficiais e as informações das autoridades responsáveis pela apuração.
As denúncias relacionadas às publicações feitas na internet permanecem sob investigação.
O Portal RC24h entrou em contato com Chiquinho da Educação para solicitar um posicionamento sobre o caso e aguarda retorno. O espaço permanece aberto para manifestação.






