A Salineira informou que a emissão observada em alguns ônibus durante determinadas viagens ocorre em razão do processo automático de regeneração do filtro de partículas (DPF), procedimento previsto no funcionamento dos veículos equipados com tecnologia Euro VI.
Segundo a empresa, durante esse processo o sistema eleva a temperatura do escapamento para realizar a queima da fuligem acumulada no filtro, o que pode provocar, de forma temporária, a liberação de gases.
A concessionária informou que essa emissão não está relacionada à fumaça produzida por motores com falhas mecânicas. De acordo com a empresa, os veículos contam com sistemas de pós-tratamento de gases, incluindo o filtro de partículas (DPF), o catalisador de oxidação (DOC), o sistema de redução catalítica seletiva (SCR) e o catalisador de amônia (ASC), responsáveis pela conversão de gases em substâncias como vapor d’água, nitrogênio e dióxido de carbono.
Ainda conforme a Salineira, o processo é monitorado pela central eletrônica do veículo, seguindo os parâmetros definidos pelo fabricante. A empresa também informou que mantém programas de manutenção preventiva e corretiva em toda a frota.
Por fim, a concessionária afirmou que processos técnicos podem ser interpretados de forma incorreta quando divulgados sem a devida verificação e informou que permanece à disposição para prestar esclarecimentos.






