Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ele negou que estivesse preso e afirmou que o episódio é resultado de um problema que, segundo ele, se arrasta há cerca de dois anos.
De acordo com He-Man, Átila teria colocado 55 pessoas para trabalhar e não teria realizado os pagamentos. Ele afirmou que assumiu os valores e pagou os trabalhadores com recursos próprios, o que teria gerado um prejuízo significativo.
“Eu paguei 55 pessoas do meu bolso. Prejuízo muito grande”, afirmou.
Segundo o relato, entre os trabalhadores havia pessoas que também atuavam para uma igreja. He-Man afirmou que cada trabalhador receberia R$ 750 por quinzena e que decidiu honrar os pagamentos mesmo sem ter recebido os valores que, segundo ele, seriam de responsabilidade do ex-vereador.
Ainda de acordo com He-Man, há cerca de dois anos ele tenta chegar a um acordo com Átila para resolver a situação. Ele afirmou que a cobrança feita neste domingo ocorreu após um período de espera e criticou a postura do ex-vereador durante o encontro.
A confusão aconteceu na Feira Sebastião Lan e, segundo testemunhas, teria começado durante uma cobrança de aproximadamente R$ 55 mil, valor que seria referente a uma suposta dívida relacionada a uma campanha eleitoral.
Relatos de pessoas que estavam no local apontam que a discussão evoluiu para agressões físicas. Testemunhas afirmaram que Átila teria recebido socos e chutes e ficado com ferimentos pelo corpo. Após a confusão, ele teria recebido atendimento médico.
Em seu vídeo, no entanto, ele afirmou que não estava preso e classificou como falsa a informação de que teria sido detido. He-Man também disse estar preocupado com pessoas que atualmente trabalham com Átila e afirmou temer que elas passem por uma situação semelhante à que, segundo ele, teria ocorrido dois anos atrás.
Até o momento, a existência da suposta dívida de R$ 55 mil e os demais valores mencionados por He-Man não foram confirmados oficialmente. As circunstâncias da ocorrência e a dinâmica das agressões deverão ser apuradas pelas autoridades.





