Familiares e amigos de empresário morto a pauladas pedem por júri popular em Cabo Frio

"Matou um idoso sem motivo algum, sem possibilidade de defesa alguma e apenas por matar!", diz uma familiar

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Idoso foi morto sem possibilidade de defesa / Imagem: Redes Sociais

Familiares e amigos do empresário João Baptista Coelho de Oliveira, de 77 anos, morto a pauladas no último sábado (28) no bairro Jardim Caiçara, em Cabo Frio, fazem um protesto nas redes sociais pedindo para que o caso seja julgado por júri popular. “Não queremos ver outra família sentindo essa dor”, diz uma das postagens.

O criminoso confesso, Julio Cesar, foi capturado por agentes da Polícia Militar na rua Natal, no bairro Palmeiras, no final da madrugada do domingo (29), por volta das 4h50 e encaminhado para uma prisão na capital. Ele estava dirigindo um Fiat Strada, que foi furtado do empresário. Conforme a Polícia Civil, Julio prestava serviços para João há, pelo menos, dois meses.

Nas redes sociais, o pedido dos parentes e amigos enlutados é que o caso seja solucionado. “Matou um idoso sem motivo algum, sem possibilidade de defesa alguma e apenas por matar!”, diz uma familiar. Anteriormente, uma carta também havia sido escrita pela filha do idoso, sobre a violência cometida contra o pai.

“Eu não aceito ter a memória do meu pai sendo exposta em colunas criminais, sendo mas um caso da loucura psicopata humana que mata por dinheiro… A memória do meu Pai João Batista será de exposta aqui e aonde puder colocar que ele foi um homem trabalhador, simples e honesto. Que fez o seu melhor durante a vida e nos deixou o legado da verdade. Legado do trabalho. Foi trabalhador desse a adolescência, vendendo pão e farinha na roça… Construiu seu comércio e muitas coisas na cidade de Cabo Frio, e os que conheceram sabe os seus frutos. Meu pai é meu herói que nos ensinava desde pequenos a estudar e falava trabalha , trabalha e trabalha. Nunca ouvi ninguém nessa cidade falar mal da desonestidade dele. Meu pai tem que ser citado como um homem que fez parte do crescimento da cidade de Cabo Frio como empresário e residente no mesmo. Que cumpriu legalmente suas funções com todos e no direto cível. Declaro toda admiração por esse homem, por ser meu pai por esse empresário, por essa pessoa. Que cruelmente foi assassinado, mas me deixa a força de prosseguir e querer ser igual a Ele”.

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