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Cabo Frio é o primeiro município da região a ter uma “Família Acolhedora”

Cadastrada no serviço federal de acolhimento, a família abriu o lar para abrigar dois menores em situação de vulnerabilidade

Como fruto do projeto “Família Acolhedora”, Cabo Frio oficializou a chegada dos primeiros menores em situação de vulnerabilidade a um lar temporário, para resguardar os pequenos até uma reintegração familiar. O serviço é gerenciado por uma equipe técnica, sob as orientações da Prefeitura do município, por meio da Secretaria da Criança e do Adolescente.

O projeto Família Acolhedora é pensado como uma política pública para viabilizar e assegurar direitos, garantindo o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Os interessados em participar do acolhimento familiar recebem, de forma voluntária, crianças ou adolescentes de 0 a 18 anos que estejam afastados de suas famílias de origem por medida de proteção. Por norma de conduta, não é permitido que sejam revelados dados pessoais dos acolhedores e dos menores.

Emocionada, a secretária da Criança e do Adolescente, Betânia Batista, enalteceu o trabalho desenvolvido pela equipe técnica, ressaltando o orgulho de realizar o primeiro acolhimento do serviço.

“Esse acolhimento foi um momento histórico, observar a luta diária e incansável da equipe para que esse dia se tornasse realidade me levou a um nível de realização e gratidão muito grande, tendo acontecido na nossa gestão. Esse acolhimento fortaleceu e confirmou a decisão assertiva do nosso prefeito José Bonifácio em criar a Secretaria da Criança e do Adolescente. Estamos todos muito felizes e conscientes que o trabalho com este casal de crianças está apenas começando. Em breve teremos mais crianças acolhidas em nossa cidade”, afirma Betânia.

Esse serviço é regulamentado na Lei Municipal nº 2.577, de 09 de julho de 2014, e tem como objetivo oferecer uma modalidade de acolhimento provisório em residências de famílias acolhedoras. A modalidade é protetiva, excepcional e temporária, ou seja, tem prazo determinado de permanência no lar. O objetivo, além de proporcionar um lar temporário, é possibilitar que a criança ou o adolescente possa se desenvolver, a partir de uma atenção individualizada.

A coordenadora do serviço Família Acolhedora de Cabo Frio, Sonia Basson, definiu esse momento.

“Com muita emoção esse acolhimento me fez perceber que todo nosso esforço, meu e da equipe, valeu a pena. É uma conquista para quem luta na garantia de direitos das crianças e dos adolescentes”, considera.

Quem quiser conhecer mais sobre o serviço que funciona na antiga sede da Prefeitura, no Braga, pode fazer o agendamento pelo telefone (22) 3199-9932. Em caso de interesse em fazer parte do cadastro de famílias, o contato pode ser feito neste link para a pré-inscrição.

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