19/10/2026 — 16:05
  (Horário de Brasília)

Advogado relata agressão atribuída a integrantes de torcida do Vasco em Cabo Frio

Rafael Vieira da Costa, de 39 anos, afirma que foi cercado e agredido após usar camisa da Força Jovem; caso foi registrado na delegacia

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O advogado Rafael Vieira da Costa, de 39 anos, afirma ter sido espancado por pessoas que identifica como integrantes da torcida organizada Força Jovem do Vasco, na última semana, na Rua Porto Alegre, em frente ao Bar Anexo, em Cabo Frio. Segundo o relato da vítima, a agressão teria sido motivada pelo uso de uma camisa do grupo, do qual ele afirma ter feito parte anos atrás.

Advogado relata agressões e ferimentos

De acordo com Rafael, os envolvidos teriam questionado o motivo de ele estar usando a camisa da torcida, alegando que ele não faria mais parte do grupo. Em seguida, segundo o advogado, a situação teria evoluído para uma agressão física.

Rafael relata que foi cercado por várias pessoas que, segundo ele, não conhecia. O advogado afirma ter sido atingido por golpes e chutes durante o episódio. Ele também relata ter sofrido lesões no rosto, perdido um dente e recebido chutes na cabeça.

Ainda conforme o depoimento, as agressões teriam continuado mesmo depois que ele perdeu a consciência. As circunstâncias relatadas deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis pela investigação, que poderão buscar informações para esclarecer como o episódio aconteceu e identificar as pessoas envolvidas.

Até o momento, não foram apresentados detalhes sobre a extensão das lesões em documentos médicos ou informações oficiais que permitam confirmar todos os pontos do relato. Por isso, as informações sobre a dinâmica da agressão são atribuídas à vítima.

Ocorrência foi registrada na delegacia

Rafael informou que conseguiu comparecer à delegacia somente na sexta-feira, quando registrou a ocorrência e buscou providências para tentar identificar os responsáveis pela agressão.

O registro policial é uma das etapas para que os fatos sejam apurados. Durante a investigação, as autoridades poderão reunir depoimentos, verificar possíveis imagens de câmeras de segurança e analisar outros elementos que ajudem a esclarecer o caso, caso esses materiais estejam disponíveis.

O advogado acredita que a agressão possa ser enquadrada como tentativa de homicídio. No entanto, essa possibilidade depende da apuração das circunstâncias, das provas reunidas e da avaliação das autoridades competentes. A classificação jurídica não pode ser definida apenas com base no relato inicial da vítima.

Até o momento, não há informações sobre prisões relacionadas à ocorrência. Também não foram disponibilizados detalhes sobre a identificação formal dos suspeitos ou sobre eventuais medidas adotadas pela polícia após o registro.

Caso deverá esclarecer responsabilidades

A investigação deverá buscar respostas sobre a motivação da agressão, a participação de cada envolvido e as circunstâncias em que os fatos ocorreram. A eventual ligação dos suspeitos com a torcida organizada também precisará ser esclarecida pelas autoridades.

O relato de Rafael aponta que o uso da camisa teria sido o motivo da abordagem, mas a confirmação dessa informação depende da apuração. A identificação dos envolvidos e a coleta de provas serão importantes para esclarecer as responsabilidades individuais.

Até a elaboração deste texto, não havia posicionamento dos citados nem manifestação oficial da torcida organizada disponível no material recebido pela reportagem. O espaço permanece aberto para eventuais esclarecimentos. Novas informações poderão ser acrescentadas conforme a divulgação de dados oficiais sobre a ocorrência e o andamento das investigações.

Pier Luro
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