Política

Câmara de Iguaba afirma que não foi notificada sobre a prisão de Jeffinho do Gás

Vereadores se reúnem nesta tarde para discutir quais as opções previstas no Regimento Interno da Casa

Em: 12/06/2017 às 13:42:23
da Redação

A situação do vereador de Iguaba Grande, Jefferson Ferreira Martini (PTC), de 34 anos, o Jeffinho do Gás, na Câmara de Vereadores, após a prisão dele no fim de semana, ainda é incerta. A presidência da Casa Legislativa informou, via assessoria de imprensa, no fim da manhã desta segunda-feira (12), que ainda não foi notificada oficialmente sobre a prisão do edil. Na parte da tarde, todos os vereadores vão se reunir para discutir como ficará a situação dele na Câmara e o que prevê o regimento interno da Casa para casos como o dele. Nesta manhã, os vereadores da base governista participaram da inauguração do Centro de Educação Infantil Dr. Antônio Rodrigues Teixeira, no bairro Cidade Nova.

 

Jeffinho do Gás foi preso por agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG), na manhã de sábado (10), na Ponte Rio-Niterói, quando seguia com a família para uma viagem internacional. O vereador é investigado como mandante de um homicídio ocorrido em janeiro deste ano. Jeffinho permanece na sede da Divisão de Homicídios, em Niterói, nesta segunda-feira. Ele vai ser ouvido pelo delegado na parte da tarde.

 

Nesta tarde, os vereadores vão decidir se ele será afastado das funções legislativa, enquanto estiver preso. E ainda se o suplente, Paulo César Rito Nunes (SD) será empossado para a cadeira.

 

De acordo com informações, as investigações apontam a participação de Jeffinho na morte de um empresário de Iguaba Grande. O vereador é suspeito de ser o mandante do crime contra Carlos Henrique, conhecido como Cariri. Ainda conforme as investigações, Jeffinho e Cariri tinham uma relação contratual pela compra de um terreno em Araruama. O homicídio teria sido motivado por conflito de interesses entre as partes.

 

No último dia 31, policiais da DH cumpriram mandados de busca e apreensão na casa do acusado. As buscas também aconteceram na Câmara Municipal. Na ocasião, Jeffinho declarou que foram apreendidos documentos referentes a escritura de um terreno em Araruama.

 

As investigações do caso que envolve Jeffinho foram realizadas por agentes da DH e por membros do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio de Janeiro. A prisão de Jeffinho foi realizada com base num mandado de prisão temporária, por 30 dias, decretado pela Vara Criminal de Iguaba Grande. A polícia destacou que a prisão do vereador se fez necessária para que as investigações tivessem continuidade.


 Tópicos: Iguaba Grande,  Jeffinho do Gás,  Câmara de Vereadores, 


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Renata Cristiane

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